De acordo com a ciência, a exposição elevada essa luz é extremamente prejudicial aos olhos, além de afetar o nosso ciclo circadiano, alterando a liberação de melatonina pelo organismo.
Para compreender um pouco mais profundamente o papel nocivo que a luz azul possui sobre o nosso organismo, é preciso esclarecer o que é o ritmo circadiano e qual o seu papel para o bem-estar e qualidade de vida do ser humano.
É possível comparar o ritmo circadiano a um relógio, afinal, é através dele que o nosso corpo entende o horário de cada função e atividade.

Por exemplo: possuir o ritmo circadiano equilibrado, é como ter um relógio em pleno funcionamento, ajustado com os horários do sol e do planeta terra, para que seja possível compreender intuitivamente a hora de acordar, comer e também de dormir.
Contudo, quando o nosso corpo sofre com interferências ao ritmo circadiano, como por exemplo a exposição a luz azul, esse relógio antes novo, agora é um relógio quebrado, desregulado e incapaz de desempenhar o seu único papel: mostrar as horas.
A partir desse desequilíbrio do ritmo circadiano, o corpo sente os efeitos negativos causados pela luz azul na regulação do seu próprio descanso, ou seja, na hora do sono.
Além disso, um distúrbio do sono do ritmo circadiano pode afetar muitas áreas da vida de um indivíduo, sem resumir-se a hora do sono. A maioria das pessoas com distúrbios do sono do ritmo circadiano apresenta um ou mais destes sintomas:
- Dificuldade para dormir ou permanecer dormindo;
- Sonolência e fadiga após uma noite de sono;
- Problemas de memória.